Aos poucos vamos nos preparando para o início do terceiro dia que, segundo nosso amigo Pedro, seria um dia bem mais leve, apenas 11km.
Iniciamos a caminhada tarde, por volta das 10h e o sol forte do verão
sulafricano já mostrava suas garras.
Uns oito minutos de subida por uma ladeira íngreme até a entrada da trilha. Logo cruzamos uma pista onde consultamos o mapa novamente. Era só seguir em frente e cruzar por uma pequena fazenda e subir uma trilha em zigue zague e alcansar o platô, depois caminhar até a represa de Kleinplaas e nos refrescar. Caminhada tranquila onde vários moradores levam os cães para se exercitar em uma trilha bem traçada com disponibilidade de mapas suficiente para qualquer criança ter seu "domingo no parque" quero dizer, na montanha.
Encontramos vários grupos de escoteiros que foram passar a noite na montanha, era fim de semana de lua cheia e o tráfego estava intenso na trilha. O Escotismo é uma práitca nacional bem difundida na África do Sul, não é a toa que podemos encontar várias lojas de montanhismo na Cidade do Cabo, eu mesmo havia virado frequentador assíduo de uma dessas lojas que, apresentam uma qualidade e preços poucas vezes encontrados no Brasil.Iniciamos a caminhada tarde, por volta das 10h e o sol forte do verão
sulafricano já mostrava suas garras.
Uns oito minutos de subida por uma ladeira íngreme até a entrada da trilha. Logo cruzamos uma pista onde consultamos o mapa novamente. Era só seguir em frente e cruzar por uma pequena fazenda e subir uma trilha em zigue zague e alcansar o platô, depois caminhar até a represa de Kleinplaas e nos refrescar. Caminhada tranquila onde vários moradores levam os cães para se exercitar em uma trilha bem traçada com disponibilidade de mapas suficiente para qualquer criança ter seu "domingo no parque" quero dizer, na montanha.
Começamos a então a sentir uma brisa mais suave vinda do mar. À direita avistei o pico Chapsman (que vamos subir no dia seguinte) e mais abaixo entre nós e o mar o farol de Kommetje, onde passaríamos a próxima noite. Ainda paramos para tirar umas fotos em mais uma casamata construída pelo exército sul-africano durante a Segunda Guerra Mundial.
A descida foi tranquila. De lá para o abrigo foi um pulo. Menos de quinze minutos ladeira abaixo.
Quanto ao abrigo, nem sei como explicar, um verdadeiro capítulo a parte, algo "desumano" para nós trilheiros tupiniquins. Nosso amigo Pedro mesmo estando acostumado a cabritar pelos parques ao redor do planeta não exitou e começou seu discurso.
Também de madeira de pinus e eucaliptus é a área de convívio do abrigo. Um enorme salão com lareira, mesa, cadeiras e uma cozinha completa com panelas, copos, pratos e talheres – tudo com o logotipo do Serviço de Parques".
Hora de descansar mas, com detalhe. Os carregadores do Parque já deixaram nossas mochilas com roupas e comida no abrigo, é pegar o material, tomar banho, cozinhar e curtir sem dor nas costas!
Na próximo post, iremos de Kommetjie até Silvermine. Vai ser um dia bastante longo e cansativo, mas com praia, naufrágios, montanha e muita subida...